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07/02/2012 - 17:37
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) decidiu nesta terça-feira (7) manter o habeas corpus dos dois empresários de Campinas acusados da morte de um lutador de jiu-jítsu em novembro do ano passado, enquanto disputavam um racha. Kaio Ribeiro estava na calçada na Avenida Prestes Maia, no bairro Taquaral, quando foi atingido por um Audi dirigido por Adriane Aparecida Pereira Diniz de Souza. De acordo com a polícia, ela disputava um racha com Fabrício Narcizo Rodrigues da Silva, que conduzia um Camaro. Os empresários ficaram presos por uma semana, mas foram soltos após conseguiram liminar na Justiça para responderem ao crime de homicídio duplamente qualificado em liberdade.
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Os juízes Alberto Mariz de Oliveira, Borges Pereira e Newton Neves julgaram o mérito da ação e decidiram manter o habeas corpus dos dois empresários.
Entenda o caso
Um lutador de jiu-jítsu de 23 anos morreu após ser atropelado durante um racha entre dois carros importados na madrugada de 18 de novembro de 2011, na Avenida Júlio Prestes, no bairro Taquaral, em Campinas. Segundo a Polícia Militar, Kaio César Alves Muniz Ribeiro voltava da casa da namorada quando foi atingido na calçada por um Audi dirigido pela empresária, de 42 anos. Ela disputava um racha com um outro veículo luxuoso, um Camaro, conduzido pelo empresário, de 32 anos. Kaio era atleta e, segundo a família, se preparava para disputar o campeonato mundial de Jiu-Jitsu nos Estados Unidos